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Em Brasília os pais que são funcionários do Congresso tem um desafio a mais na hora de educar os filhos

  Em um país que se discute pouco sobre politica, existe um público que ensina crianças e adolescentes sobre política desde cedo. Para a maior parte dos funcionários de órgãos públicos ligados á política isso é necessário. Pois, as dúvidas surgem desde cedo nos. “É importante ensinar um dos conceitos de política como participação do cidadão. A criança entende desde os quatro anos essa ideia”, explica a Pedagoga, Bárbara Diniz, 33 anos.

Congresso Nacional

Congresso Nacional

  O funcionário público Chico Sant’Anna, 56, a participação política foi ensinada desde sempre, pois a filha participava de reuniões políticas no colo isso fez com que ela já tivesse uma pequena noção dos direitos dela, Sant’Anna conta que em uma certa ocasião: “Ela tinha um monte de broches [de candidatos da época] e colocou na roupa, chegando na escola a professora falou que era contra elementos partidários. Depois de duas semanas a professora colocou um broche de outro candidato nela”, relata Sant’Anna que depois do episódio ele foi a escola pedir satisfação a pedido da filha.

  Para ensinar os pequenos os pais tornam essas memórias inesquecíveis. “Um dia o Tomás chegou muito chateado, pois um colega tinha falado que só tem funcionário preguiçoso. Ele saiu em minha defesa e eu fiquei impressionada”, conta Lara Francischetti,44, que levou o filho ao Congresso para mostrar onde trabalha e o que faz alguns meses antes do ocorrido.

  Para a pedagoga Bárbara aprender sobre o que emprego dos pais faz com que eles se tornem mais expertos na hora de se defender, evitando o tão temido bullying.

A falta de industrialização pode ser um dos principais motivos para esse adiamento em orgãos públicos

  A comissão de Meio Ambiente e desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados rejeitou o Projeto de Lei (PL-5178/13)  que obriga órgãos e entidades da União a utilizar apenas papel reciclado. A proposta ainda será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, será votada no Plenário.

  De acordo com o relator, o deputado Bernardo Santana de Vasconcellos (PR-MG), o PL 5178/13 é insustentável. Ele lembra que não se pode utilizar apenas papel reciclado. “Estudos demonstram que as fibras de celulose sofrem degradação a cada reciclagem, assim podendo ser reciclado apenas sete vezes”, diz Vasconcellos e isso pode levar a um papel de baixa qualidade para os órgãos.

  O Mestre em Meio Ambiente pela Universidade Federal do Amazonas, Cefas Siqueira, 54, ressalta que não se sabe quantas vezes as fibras podem ser reutilizadas, já que os estudos ainda estão em fase inicial, mas que um dos principais motivos não é só a falta de qualidade do papel. “O problema é que ainda não temos fábricas suficientes para suprir a demanda de todo o poder público”, explica Siqueira.

  De acordo com o relatório da Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa), nos últimos dez anos, o país aumentou a produção de papel em 27%, com crescimento médio de 2,7% ao ano, em 2012, produziu 10,3 milhões de toneladas. No total, 45,5% dos papéis que circularam em 2011, foram encaminhados à reciclagem.

Como é feito

  Quando os fardos de papel chegam a fabrica são misturados à água em um equipamento chamado hidrapulper, que se

Amassar o papel estraga as fibras e atrapalha na hora de reciclar.

Amassar o papel estraga as fibras e atrapalha na hora de reciclar.

parece com um liquidificador gigante, depois de batido se forma uma pasta de celulose. Em seguida, essa pasta é passada em uma peneira para que sejam retiradas impurezas. Depois é usado água e soda cáustica para retirar a tintas.

  Depois, nos refinadores, a pasta é processada para que as fibras que formam a celulose se abram um pouco mais, melhorando a ligação entre elas, o que garante mais resistência. Por fim, a pasta é branqueada e segue para as máquinas de fazer papel. Uma dica importante: Nunca amassar o papel, pois isso pode dificultar na hora da reciclagem, o bom é cortar ou rasga o papel, caso não queira por inteiro no lixo seco.

Patinar depois dos 30

Para algumas pessoas pode parecer perigoso, para outras é o momento certo de criar novas atividades

 Andar de patins não é mais um passatempo só de crianças. Hoje, ele é um esporte reconhecido mundialmente e que, aos poucos, ganha adeptos brasilienses. A idade não é um problema para quem nunca andou antes, já que após a aposentadoria o tempo se torna aliado.

 Vicente Valadares, 83 anos, por exemplo, começou a patinar há catorze anos e a andar profissionalmente no ano passado. “Aprender a andar de patins foi a melhor coisa que eu poderia ter feito. Tive muito medo no inicio  mas a sensação de liberdade é maravilhosa”, conta Valadares que já viajou até para outros estados para competir.

 Além de serem praticados por pessoas de todas as idades, os patins oferecem amplos benefícios para a saúde. E esse é um dos motivos que fazem as alas da professora Fátima Figueirêdo, 46, serem tão procuradas. “Para patinar, basta ter vontade e não ter medo de arriscar”, explica a professora Fátima, da aula para iniciantes no estacionamento três do parque da cidade, todos os sábados e domingos, às 10h e as 16h30, e todas as quartas e quintas-feiras, as 19h30.

 A modalidade ensinada são os patins inline, que possuem quatro rodas uma à frente da outra, diferente dos patins tradicionais, com quatros rodas, duas na frente e duas atrás. “Quando eu aprendi era diferente, morria de medo dos patins inline, mas depois de algumas aulas e muito treino, estou adorando”, diz Carla Moreira, 45, a aluna não perde uma aula há nove meses.

 A pratica de esportes faz bem para a saúde física e com as aulas ainda tem os benefícios adicionais da socialização. “O fim de semana já era bom, agora esta mil vezes melhor, pois convivo com os meus colegas de patins”, conta Pedro Rezende, 53.

 Para a maioria dos alunos o que conta é aprender a andar e a sorrir com as quedas. “Já caí tantas vezes que eu nem me importo mais”, diz Jacqueline de Melo, 33. “Não aprendi quando era pequena, por falta de dinheiro, agora eu tenho o meu”, relata Gabriela Ramos, 42. “Vim por que minha filha queria aprender. Achei tão divertida a aula que quis participar”, explica Juliane Lima, 42.

Para mais informações acesse: http://www.patinabrasilia.com.br/

Tirar os animais da rua é uma urgência. Porém a questão do sofrimento dos animais em testes de laboratório é uma crueldade igual ou maior que o abandono.

Alessandra Toledo e sua paixão por gatos

Alessandra Toledo e sua paixão por gatos

Para Alessandra Toledo, 40, esse é um assunto delicado, já que ela já resgatou mais de 200 gatos ao longo de sua vida e atualmente tem 47 gatos sob sua responsabilidade. Entre eles paralíticos, sem um olho, manco, todos vítimas de abandono e/ou maus tratos.

Na Prática- Alessandra para você, o que os ativistas fizeram é certo?
Alessandra Toledo- Esta é uma questão muito delicada, pois quem sou eu para dizer se eles estão certos ou não. O que posso dizer a respeito do assunto é que as pessoas que criaram aqueles animais em cativeiro para uso cruel em testes de laboratório, não só estão errados, como estão cometendo crime de maus tratos. A Lei é clara em relação a isto. Lamentável não ser cumprida. E ainda vale lembrar que o registro que eles tinham até o início de agosto deste ano de 2013, era de funcionamento de um canil e não para testes em laboratório. Aí eu pergunto, quem fiscalizava???
Algumas pessoas estão dizendo que só invadiram por que eram cães de raça. Gente, pelo amor de Deus, isso é ridículo. Invadiram por que ali dentro existiam animais sendo vítimas de maus tratos e ponto.

Se eu invadiria? Não sei, mas não condeno quem invadiu.

NP – Para você a solução é adotar ou existem outras saídas?
Alessandra Toledo– Eu acredito que a adoção responsável em conjunto com a castração é a melhor solução, a médio e longo prazo. Se cada comunidade se juntasse para castrar os animais de rua de seu bairro, eles não procriariam mais e consequentemente, os animais de rua iriam diminuir sensivelmente.
Levar para o Centros de Controle de Zoonozes (CCZ), não é e nunca foi a solução.
A adoção é um ato que tem que ser planejado. Não adianta você adotar por empolgação um filhotinho e depois, quando o ele crescer, ficar velho e der trabalho, abandonar. Você tem que ter tempo, dinheiro e responsabilidade. As pessoas tem que entender que animal não é um brinquedo, que quando cansa joga fora. Eles sofrem, sentem dor, frio, medo. 

NP – Quantos animais estão sob os seus cuidados atualmente?
Alessandra Toledo – Hoje estou com 47 gatos sob minha responsabilidade. Alguns em minha casa, outros em lares temporários. E trabalho também como Cat Sitter, [cuidar dos gatos, das pessoas que viajam.]  Vou à casa da pessoa e permaneço no local por um período de horas predeterminado. É, eu realmente gosto muito de gatos [risos]

NP – Quando você começou com a adoção?
Alessandra Toledo – Não tem uma data específica. Um dia estava na internet e vi um pedido de ajuda para uma cachorrinha em São Paulo. Me correspondi com a pessoa e ajudei. Em seguida fui procurar casos aqui em Brasília, e não demorou para aparecer um monte [risos]. Mas me envolvia mais com cães, até que um dia, numa viagem da minha mãe com meu sobrinho, eles acharam um gatinho e levaram para casa. Foi nosso primeiro gatinho resgatado. Isso foi em 2006, acho. Mas sempre gostei muito de animais, desde criança os defendia. Me recordo de uma vez quando, eu devia ter uns 8 anos, morava numa chácara e vi uns meninos batendo em um gatinho, lá minha mãe tinha uma regra: não atravessar a cerca. Então eu fiquei gritando desesperada para eles pararem, até que eu e minha irmã, passamos por arame farpado, e corremos pra tentar salvar o gatinho. Quando vimos que ele já havia morrido. Corremos atrás dos meninos e saímos nos tapas com eles. Foi a maior confusão. Mas depois fiquei dias chorando, lembrando do gatinho. Foi horrível!

NP – O que você acha das pessoas que enfrentaram a polícia para pegar os beagles?
Alessandra Toledo – Eles foram corajosos, tiveram atitude que muitos, inclusive eu, não teria. Foi radical, mas infelizmente, as vezes precisamos de atitudes radicais e polêmica para fazer as pessoas pensarem, levantar a questão.
O que não podemos esquecer, é que além deles, existem muitos outros animais sofrendo maus tratos nas ruas e até nas casas das pessoas. Pois, infelizmente o que não falta é história de tutores que espancam seus animais até a morte. Arrastam cães pelas ruas amarrados em carros, furam olhos de gatos, entre outras barbáries. Por isso, a adoção tem que ser um ato consciente. Não podemos adotar, comprar ou resgatar um animal sem ter certeza de que o que estamos fazendo por eles é o melhor que podemos. Eles vivem anos, são dependentes para sempre. Talvez você não possa adotar um animal de fato, mas só de alimenta-los já é muito bom.

Cat Sitter

Cat Sitter

Supletivos são opções para ganhar mais horas de estudo para alguns estudantes do DF

 Estar preparado para enfrentar o vestibular ganha prioridade número um, para os adolescentes, entre 16 a 19 anos, que sonham em ingressar nas faculdades públicas do Distrito Federal. Entre as maneiras de alcançar esse objetivo esta o abandono do ensino convencional e a opção pelo programa Educacional de Jovens e Adultos (EJA) o antigo supletivo, para, assim, ganhar mais tempo nos estudos.

Foto de pesquisa Google

Foto de pesquisa Google

 A decisão de abandonar o estudo convencional, para estudar no EJA parte da crença que o aluno tem de que o ensino médio não o ajuda a passar no vestibular. “Um dia ele chegou para mim e disse: ‘mãe ‘vou largar a escola’. Achei que era brincadeira, pois ele sempre foi um aluno exemplar”, conta a confeiteira Wigna Costa, 37 anos, mãe de Miguel, que aos 17 anos decidiu não frequentar mais as aulas regulares, para prestar vestibular para arquitetura.

 O fato de a escola pública não ter o ensino direcionado para o vestibular foi o principal motivo para a desmotivação de Miguel. “Era uma bagunça, eu queria ler os livros do PAS [Programa De Avaliação Seriada] e eles insistiam em autores “nada a ver”, queria aprender mais sobre a prova, queria fazer simulados e a escola não me dava escolha.” Ele diz que a falta de foco no vestibular ficou ainda mais evidente quando fez a 1ª etapa do PAS. “Agora dupliquei minhas chances”, conta entusiasmado com o EJA e o cursinho preparatório que está fazendo atualmente. Por lei é proibido que jovens com menos de 18 anos façam o EJA. A escola alegou que aceitou matricular Miguel, pois ele faz 18 até o fim deste ano.

Amanda de Carvalho, 16, acha que é uma perda de tempo ir para as aulas. “São trabalhos em grupo desnecessários, que tomam um tempo precioso do meu dia”, a mãe de Amanda, a professora de inglês Vanessa Carvalho, 38, conta que não deixou a filha sair da escola. Para Vanessa, desistir do ensino médio e ir fazer supletivo seria como pular uma etapa importante da adolescência. “Ela quer medicina e vai fazer de tudo para passar, mas sair da escola não é uma opção,” explica.

A pedagoga da escola de Amanda, Caroline Nadler, 32, não teve dúvida na hora de explicar à aluna a importância do ensino regular. “Se entrasse na Universidade de Brasília (UnB) tão jovem, teria que encarar uma vida adulta com pouquíssima maturidade. No futuro as experiências da adolescência poderiam fazer falta”, explica Carolina. Para a pedagoga os pais não podem permitir que os filhos abandonem o ensino médio, por que no EJA os jovens ficam expostos ao mundo adulto mais cedo do que é recomendado.

Tornar uma casa segura no Distrito Federal pode chegar a mais de R$ 5 mil em aparelhos eletrônicos, cerca e alarmes dependendo do kit contratado. O item com maior preço a câmera de segurança pode variar entre R$ 100 e mais de R$ 300 dependendo da função desejada, como luzes com sensor de movimento e visão noturna, por cada uma.

A opção para quem quer contratar uma empresa para fazer todo o trabalho de instalação, com produtos similares chega a mil reais, com garantia de seis meses. O Na Prática pesquisou em sites de comparação de preços: os kites com quatro câmeras simples podem ser comprados por R$ 279,87, sem a instalação. Se os aparelhos forem de alta definição os custos podem chegar a mil reais por câmera.

Imagem de divulgação

Imagem de divulgação

Já para quem contrata, os preços variam de acordo com o perfir do cliente e tamanho da casa. Não adianta uma pessoa que quer ter sempre o produto mais novo comprar. Para ele a vantagem é alugar”, explica o vendedor Thiago Cardoso, 27. O aluguel dos equipamentos pode ser vantajoso para quem não quer se preocupa com atualizações do equipamento, já que isso fica por conta da empresa contratada.

O preço do aluguel pode ser mensal ou anual. Caso a câmera na área externa, por exemplo, seja quebrada é dever da empresa repor a peça, com o custo apenas da mão de obra.

O armazenamento das imagens em três das cinco empresas pesquisadas é feita em nuvem, o que facilita o acesso a distancia em tempo real para quem contrata o serviço. “Não me sentia segura em viajar. Com a tecnologia das câmeras podemos ir tranquilos e ver o que esta acontecendo aqui em casa.” Conta a empresaria Maria de Sousa, 43.

Outra maneira econômica de evitar furtos são as câmeras falsa, com valores de até R$30 podem ter sensor de movimento, que a torna ainda mais real, já que acompanha o movimento de quem passa por perto.

Ficar em casa para se divertir

Essa atitude tranquiliza os pais e ajuda quem quer economizar  

 Ao contrario do censo comum alguns jovens preferem ficar em casa no fim de semana rodeado de tecnologia. Com isso eles poupam dinheiro e diminui a preocupação dos pais. O que não falta são coisas para fazer seja sozinho ou em grupo, com televisores de alta definição, aparelhos de som, wi-fi, computadores e vídeo games. Estar em casa se tornou tão divertido quanto sair.

 A tecnologia quando usada com parcimônia é uma ferramenta de dialogo e interação. Há quem prefira ficar em casa com os amigos para jogar vídeo game, do que sair e gastar. “Ficar horas na fila de uma boate, para pagar caro por uma água é um absurdo, sou muito mais comprar as bebidas e chamar a galera lá pra casa”, relata a estudante Tassíane Gianecchini, 22.

 Não é apenas o conforto de estar em casa e gastar menos, os pais também preferem ter os filhos por perto “Quando ela e a irmã saem eu fico preocupada com elas. Estando aqui é bem mais seguro do que em uma boate cheia de gente querendo confusão.” Explica a mãe de Tassiane, Maria Regina Cardozo, 44. “Prefiro jogar vídeo game ou ficar no computador, ficar na muvuca é muito cheio. Sempre que posso chamo todos para cá, bem mais legal”, confirma Tassíane.

 Entre os rapazes esse comportamento tem nome. Alguns chama de corujão: todos carregam os notebook para a casa de alguém e criam partidas online, o mesmo conceito usado em uma lan house só que sem hora para acabar. “Não temos que pagar para ficarmos juntos, as namoradas não reclamam, pois estamos em casa. Viramos a noite jogando”, relata o estudante Rodrigo de Meneses, 23. “Normalmente a gente compra uns energéticos, muito salgadinho e o wi-fi é por conta do dono da casa”, diz Victor Fonseca, 22.